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Alejandro. Por Lady Gaga & Steven Klein

Finalmente saiu! OMLG!

Você gosta de sonhar?



Quer brincar com suas ondas cerebrais? Já ouviu falar em Dreamachine?

Dreamachines (ou Dream Machines) são sistemas que emitem luzes (flashes) em frequências específicas para induzir alterações nas ondas Alfa do cérebro. Eu encontrei uma Dreamachine online, mas antes vamos falar um pouco mais sobre isso...

Então, vamos lá... Dreamachines são sistemas estroboscópicos que produzem estímulo visual em frequências que alteram o padrão elétrico cerebral.

As primeiras Dreamachines foram criadas por Brion Gysin e Ian Sommerville, após terem conhecimento (por uma pesquisa dos cientistas John Smythies W. Grey Walter) que luzes emitindo flashes de 8 a 13 vezes por segundo contra os olhos (fechados) de voluntários aparentemente causavam uma diminuição na taxa de pulsos elétricos cerebrais, levando-os a um estado de consciência alterada conhecido como "estado alfa".

Na forma antiga (original), uma dreamachine consistia em um cilindro com uma lâmpada dentro, e construído com cortes nas laterais, que girava a 45 ou 78 rotações por minuto (como o da foto acima). Ao girar, ele emitia padrões de flashes luminosos que variavam conforme a velocidade de rotação - e esses flashes eram emitidos exatamente em frequências de 8 a 13hz, que correspondem às ondas alfa - ondas que estão presentes quando o cérebro humano está em relaxamento.

Uma dreamachine é "vista" de olhos fechados, sempre. Os pulsos luminosos estimulam o nervo ótico, e assim alteram as oscilações elétricas cerebrais.

O "usuário" experimenta padrões crescentes de brilho e cor através de seus olhos fechados. Os padrões vão criando cores e formas (na sua mente), e alguns usuários relatam diversas experiências interessantes: que a imaginação se torna extremamente vívida, que se sentem rodeados de cores, que se sentem relaxados, etc.

Cada pessoa pode ter uma experiência diferente... MAS PESSOAS COM EPILEPSIA NÃO DEVEM FAZER ISSO. 

Outra coisa: mesmo que não exista diagnóstico de epilepsia, teoricamente 1 em cada 10.000 adultos pode ter um ataque causado por uma dreamachine (e em crianças essa taxa dobra).

Então, só prossiga se estiver confortável com essas informações.

Há uma dreamachine online (e grátis, claro...) NESTE LINK.

Ela está regulada para 10hz. Escolha a cor que você quiser, altere a velocidade conforme necessário e clique em START.

Não se esqueça de fechar os olhos, senão não funciona. Só abra para fazer as alterações necessárias na velocidade e na cor.

É ideal que você deixe seu rosto perto do monitor, e melhor ainda se estiver em um ambiente com pouca luz...

Se começar a se sentir mal, abra os olhos.

Se estiver tudo OK, deixe sua mente fluir...

fontes: nytwikipedianetliberty



Gostou desse post? Veja mais loucura aqui.

1º comercial de clínicas de aborto na TV

   Uma organização britânica que reúne clínicas onde são feitos abortos e que dá aconselhamento sobre o tema vai veicular um comercial pela primeira vez na televisão britânica. A campanha da Mary Stopes International, que lida com gestações indesejadas e abortos, tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre a saúde sexual, segundo a organização.

   O comercial de 30 segundos foi exibido na emissora Channel 4 às 22h10 do horário local (18h10 na hora de Brasília) e ficará na programação até o fim de junho. Ativistas antiaborto dizem que o comercial representa uma banalização da vida humana e que podem entrar na justiça contra sua transmissão.



‘Apoio e conselhos’

   No seu website, a Marie Stopes diz ter nove clínicas de aborto em toda a Grã-Bretanha. O comercial não menciona a palavra aborto, mas pergunta “você está atrasada? (no seu ciclo menstrual)” e aconselha quem está enfrentando uma gravidez indesejada a procurar a linha de atendimento 24 horas da organização.

   Comercial foi produzido para uma entidade sem fins lucrativos. A Marie Stopes, que não tem fins lucrativos, diz que quem telefonar receberá “apoio, conselhos e serviços sem julgamento”. Em um comunicado, a organização diz que “no passado não estava claro se serviços de aconselhamento para gestações não planejadas podiam colocar anúncios na TV (…) Após uma consulta, nós descobrimos que é permitido sob a atual orientação porque nós somos uma organização beneficente e não comercial”.

O órgão que controla a publicidade na Grã-Bretanha, a Advertising Standards Agency (ASA), disse que faz muito tempo que organizações não-comerciais que fornecem serviços pós-concepção vêm sendo autorizadas a fazer comerciais. Um porta-voz do órgão disse que “qualquer comercial que é veiculado precisa obedecer todas as regras relevantes do Código de Publicidade, que tem o objetivo de garantir que os anúncios não são enganosos e são socialmente responsáveis”. “Se os telespectadores tiverem preocupações sobre o conteúdo ou o horário de transmissão do anúncio, a ASA poderá considerar reclamações depois que o comercial for ao ar.”


Números

   Os últimos dados oficiais, de 2008, dizem que houve 195.300 abortos na Inglaterra e no País de Gales e 13.817 na Escócia. A Marie Stopes diz que cerca de 80% dos abortos que fez em 2009 foram realizados graças ao sistema público de saúde, que pagou pelos procedimentos.

   “Apenas no ano passado nós recebemos 350 mil ligações para nossa linha 24 horas. Claramente há centenas de milhares de mulheres que querem e precisam de informação e conselhos sobre saúde sexual e acesso a serviços”, disse a presidente da organização, Dana Hovig.

   “Nós esperamos que a nova campanha ‘Você está atrasada?’ incentive as pessoas a falarem sobre suas escolhas, incluindo o aborto, de forma mais aberta e honesta, e que dê poder para que as mulheres tomem decisões confiantes e informadas sobre sua saúde sexual”, disse.

Legalidade

   A porta-voz da organização antiaborto Life, Michaela Aston, disse que “permitir que provedores de aborto anunciem na TV, como se não fossem diferentes de fábricas de carro ou detergente, é grotesco”. “Sugerir que o aborto é mais uma decisão de consumo banaliza a vida humana e completamente fere o espírito da Lei do Aborto, de 1967, que deveria permitir um número pequeno de abortos legais em um número limitado de casos sérios, mas que vem sendo distorcida para permitir abortos em massa.” A Sociedade de Proteção de Crianças Não-Nascidas disse que está buscando aconselhamento sobre a legalidade do comercial.

   O porta-voz da organização Anthony Ozimic disse que a “o enorme lucro multinacional da Marie Stopes significa que pode pagar para anunciar na TV, o que é muito caro”. “Isso cria um campo injusto, já que grupos pró-vida simplesmente não podem pagar por tais comerciais.” “Anúncios de aborto irão banalizar o aborto. É um insulto às centenas de mulheres feridas pelo aborto todos os dias. Esses anúncios são ofensivos e irão iludir os telespectadores sobre a realidade do aborto”, disse Ozimic.

The Libertine


The Libertine



Observar as pessoas é algo realmente decepcionante, a forma que julgam, a forma que agem, a forma que se contem ou como são capazes de fazer certas coisas, todas essas normas sociais nos deixam por tempos tão confusos que somos obrigados – e todo mundo faz isso um dia na vida – a parar e refletir em como queremos morrer.
Ah sim! A morte! Palavra deveras assustadora, o ser humano tem por tradição viver como se nunca fosse morrer e morrer como se nunca tivesse vivido.
Foi exatamente isso que pensei com esse filme, pensei sobre a minha morte. Convido-os a vê-lo e refletir comigo.






O Libertino conta a vida de John Wilmot, conhecido como conde de Rochester. Ateu poeta, alcoólatra, casado e detentor de muitas amantes. Amado, odiado, invejado, exaltado e humilhado, tantas reações a uma pessoa só, parece até mentira.
Viveu desregradamente, cheirando a álcool e sexo, libertino, sedutor, honesto. Não agia de forma a agradar as pessoas, nem ao seu amigo: o rei. Vivia somente, via a malícia até naqueles que a escondia em seu pudor. Criticou sem pensar nas conseqüências, aliás, fez muitas coisas sem parar para pensar nisso, e isso foi o seu pesar.
Vocês sabem, não são todas as verdades que são para todos os ouvidos, mas ele, ele não ligava para isso.
Sua historia faz refletir sobre o que é vida, o que é viver, o que é pleno. Seria aproveitar tudo que nos é oferecido deliberadamente? Ou seria mais certo controlar nossos impulsos e garantir a velhice? Então temos uma encruzilhada, viver muito e morrer como um santinho que seguiu as regras ou viver pouco, porém viver?
Não, não são só essas perguntas que pairam na minha mente agora, madrugada adentro me pego pensando o que é viver realmente? É só aproveitar os prazeres do corpo, da carne, dos sentidos palpáveis ou viver seria sentir o que é inexplicável?
John Wilmot conheceu como ninguém os prazeres que nos provocam os sentidos, ele seguiu seus impulsos e provou suas dores, mas um dia ele conhece aquele sentimento que por respeito as minhas convicções eu não o denomino e disse a Lizzie que nunca a perdoaria por tê-lo feito gostar da vida.
Talvez a vida seja apenas o misto de prazer e dor, algumas dores trazem prazer e na hora que sentimos prazer nossas feições faciais se assemelham as feições tomadas na dor. É triste pensar dessa forma, que não há verdadeiramente uma felicidade plena, a vida – como me disse meu menininho certa vez – é um paradoxo, um misto de duas faces totalmente opostas, e quem sabe a nossa vida seja somente encontrar o equilíbrio.
John nem se deu ao trabalho de procurá-lo, mas como o próprio diz “Toda experiência tem seu preço”, cabe a cada um de nós decidirmos o preço que queremos pagar, cabe a cada um decidir se realmente quer tentar atingir o equilíbrio, e se não quiser, decidir para que lado irá pender: Yin ou Yang.
A tão sonhada felicidade parece apenas mensão de tolos, pois se a vida é composta por tais paradoxos é impossível sentir a alegria sem a tristeza, impossível sentir-se completo sem antes sentir o vazio, e vice-e-versa. John pode ter nunca sido feliz em seus extremos, mas quem aqui já foi feliz?
Chego assim em uma humilde conclusão: só sofrem aqueles que buscam ou sonham com a felicidade, pois quem não a procura não se desilude e o que é o sofrimento senão a desilusão de não ver suas vontades concretizadas?






"Serei um cão, um macaco ou um urso,
Tudo menos aquele animal vaidoso
Que se vangloria tanto de ser racional."
(
John Wilmot)

Do You Wanna Date My Avatar?

Da websérie nerd The Guild:



Legendado em Português.

Eu ri muito.

"Restart" na cabeça!



Essa daí tá precisando dar um "Restart" na cabeça, viu. Pode ter certeza.


 (Não seria "Retarded"!? Puta falta de sacanagem! Eheuheu ;D)

Veja mais.

Lady Gaga & Terence Koh. Apresentação em Tóquio.

    A apresentação deu o que falar por um tempo, mas um vídeo de boa qualidade só apareceu agora. A Mommy Monster interpretou Speechless, Bad Romance e Alejandro, a performance fez parte de um concerto de caridade para ajudar portadores do vírus HIV no Japão. Gaga marcou presença com um figurino ousado (como sempre) e até rolou beijo gay entre seus dançarinos. Gaga se apresentou em conjunto com Terence Koh, que é um artista conhecido por transformar pornografia, bizarrice, feiura, sexualidade e religião em arte. O resultado ficou muito bom:


A arte e a edição do vídeo ficaram demais.

Flash Mob com Telephone e Bad Romance

Yeah! Yeah! Yeah! Esse Flash Mob, com Telephone (Lady Gaga e Beyoncé), aconteceu em Madri, ficou bem legal, apesar de que não dá pra ver o início ou mesmo a troca de música. A apresentação fica por conta dos Little Monsters:


Dá Pra Fazer! (Giulio Manfredonia. 2008)

Nello Tredi (Claudio Triso), sindicalista de esquerda (rotulando), começa nessa história se dando mal por ter lançando um livro – as custas do sindicato onde trabalha – que colocava a Esquerda como um atraso trabalhista. O início do filme (mais precisamente o primeiro minuto) mostra não só o despencar do trabalho de Nello pelo seu modernismo exagerado, mas também o possível fim do seu relacionamento amoroso com Sara (Anita Caprioli), estilista que acha Nello exageradamente antiquado quando diz que não quer que ela trabalhe. Confuso com seu moderno e antiquado pensamento em relação ao pessoal e ao profissional, acaba por ficar sem defesas.

Logo em seguida, acompanhamos a chegada de Nello a Cooperativa 180, uma cooperativa social; inicialmente essas cooperativas foram abertas durante a década de 70, na Itália, para inserir as pessoas em desvantagem no mercado econômico, como presidiários e deficientes físicos e mentais; as cooperativas que envolviam doentes eram, em maior parte, dirigidas por médicos e algumas incluíam especialistas em mercado. Dá Pra Fazer mostra, de cara, o que acontecia com a maioria das cooperativas que envolviam deficientes mentais na época que se iniciou o projeto das cooperativas sociais: os sócios eram demasiadamente medicados e se ignorava qualquer tipo de crescimento humano que eles poderiam ter, não existia um acompanhamento social ou que qualificasse o trabalho, nem era levada em consideração suas habilidades, seja elas quais fossem, além do mais, os sócios não tinham noção do que era uma cooperativa.

Estimulado, Nello deu a cara a tapa (ou soco) tentando uma maior interação com os sócios da cooperativa, o início foi um pouco conturbado, com direito a declarações emocionantes, como a de uma mulher (Nastacia Macchniz) com sentimentos desestruturados de mãe que desconhece a maternidade, além disso, deixa em dúvida se o que ela descreveu em sua apresentação foi uma história de amor ou violência, deixando inclusive a minha cabeça em momentânea confusão. Não demora muito para que nós e Nello conheçamos todos os sócios. Luca (Giovanni Calcagno), o grandão com tendências violentas; Gigio (Andrea Bosca), que fica nervoso e violento quando tem seus pensamentos contrariados; Fabio (Pietro ragusa), que tem problemas para controlar a euforia, ele diz que seu pai era um profissional de todo que ele se depara e acha interessante, como jogador de futebol, piloto de corrida, contador... costuma usar esse argumento em muitas situações para obter algum destaque; o filme também nos apresenta a Goffredo (Giuseppe Gabardini), não faço a mínima idéia de qual seja seu problema, mas sei que pirado com certeza ele é; além desses personagens há outros sócios, uma artista que está sempre vivendo um personagem; um senhor que não consegue escolher, nem as coisas mais simples; um autista; um ex-piloto que não consegue dirigir um carro em marcha mais rápida que a segunda, e etc.
Há uma credibilidade que parte de Nello para seus novos sócios, isso é o que faz começar a mover a Cooperativa, essa credibilidade acaba gerando uma motivação entre todos, todos passam a policiar suas ações, começar a se tornarem uma equipe, esse conhecimento sobre si mesmo e essa determinação para a mudança que começa a surgir entre todos os sócios iria bater de frente com o médico responsável pelo acompanhamento dos sócios, o Doutor Del Vecchio (Giorgio Colangeli), que por ignorância ou por não conhecer um outro método que não colocasse em risco a integridade física de nenhum dos sócios, não conseguia ver o trabalho como uma forma de “tratamento”, mesmo que a longo prazo.


Nello percebe que eles podem fazer trabalhos corretos, eles apenas não queriam fazê-los, dá pra sacar de primeira que alguns sócios têm uma poderosa capacidade artística, como Gigio e Luca, os dois escondiam uma criatividade muito útil, mas que Nello só iria se dar conta do quanto era proveitosa ao fazerem um trabalho sem a supervisão dele. A cooperativa começa a funcionar como uma equipe em grande união, incluí-se em suas tarefas o serviço de instalação de parquet, que não dá muito certo à priori.

O que acontece a partir da primeira tentativa de trabalho é uma grande e sutil sequência de atitudes motivacionais, mas para que elas de fato comecem a surtir efeito é preciso passar por cima da autoridade do Dr. Del Vecchio. E é exatamente o que acontece, ele se torna peça morta no trabalho de Nello. O trabalho na Cooperativa chama a atenção de Sara, que passa a fazer parte quase que diretamente desse projeto, além dela, Nello e os sócios contam com a ajuda de um outro médico, o Doutor Federico Furlan (Giuseppe Battiston), cujo começa a trabalhar no projeto por identificar na metodologia de Nello a metodologia psiquiátrica de Franco Basaglia.

Basaglia foi precursor do movimento conhecido como Psiquiatria Democrática, na Itália, esse movimento tinha como objetivo procurar novos modelos de tratamento (ou ao menos encontrar um funcional) que não tratasse o indivíduo e seu corpo em meros objetos de intervenção clínica e não centralizar o isolamento do ‘louco’ (internação como isolação) para único modelo de tratamento, como a psiquiatria hospitalar fazia, excluindo e oprimindo o paciente. Em 1973 o Serviço Hospitalar de Trieste, que começou a ser dirigido por Basaglia quando ainda funcionava como manicômio, quando iniciou o processo de fechamento das funções antigas, foi considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como referência mundial para reformulação da assistência à saúde mental. Por seus feitos, criou-se a lei nº 180, de 1978 (Lei Basaglia) que estabeleceu a abolição dos hospitais psiquiátricos (manicômios) na Itália e está vigente até hoje. Em 1979, Basaglia visitou o Hospital Colônia na cidade de Barbacena, tendo-o comparado aos campos de concentração nazistas de Adolf Hitler.

Voltando ao filme, Nello não sabia da existência de Basaglia, o que fascinou ainda mais o Dr. Furlan. Em conjunto – Nello, Dr. Furlan e Sara – tomam uma série de medidas para que a inclusão dos doentes mentais passe a ser possível, como reduzir para a metade os medicamentos, garantir qualificação no trabalho, oportunidades de desenvolvimento, acompanhamento social, pessoal (inclua sexual) e profissional, etc. É interessante, nesse ponto, a motivação que cada um tem para entrar nessa empreitada, são bem diferentes, Nello vê por um ângulo sindicalista e trabalhista, Dr. Furlan percebe que pode colocar em prática uma metodologia psiquiátrica que ele acredita ser correta, já Sara admite uma postura mais sentimental, porém diretamente ligada a importância social comum e a ‘política’ de qualidade de vida.

O filme tem uma comédia bem peculiar, encaixando-se no drama inocente de cada personagem, vale a pena ver todo o humor por diversos pontos de vista. Com a mudança de vida e cotidiano que os (agora já queridos) sócios tomam para si, há uma resposta imediata, a responsabilidades dos atos recai sobre os ombros daqueles que nunca tiveram que apreendê-las e transformá-las em lições, para que erros não fossem repetidos, reparamos o erro familiar, que concordavam com o antigo sistema de tratamento por ser confortável e não infligir nenhuma regra tradicional e/ou religiosa, agora os amigos cooperativistas se viam como adultos e sabiam que podiam fazer coisas que nunca tinham visto ou ouvido falar antes por estarem dentro de uma ‘bolha’ super protetora e regressiva. As consequências dessa bolha, dessa falta de tato e experiência que lhes foi imposta, têm conseqüências catastróficas.

Dá Pra Fazer, mostra um outro lado da negação, mostra o quanto e onde o egoísmo humano é saudável e faz parte do crescimento dele, o quanto o objetivo de uma pessoa e os sonhos que elas têm, por ser delas podem ser tão mais importante que o mais lindo sonho e objetivo comum. Além disso, também nos mostra o quanto uma ação inconseqüente indica o início tardio de uma outra ação primordial. Que o reinicio é uma peça poderosa, assim como insistir em um ideal correto.



Por fim, um filme que não seja clichê, onde se homenageie um marco social, seja motivacional e que consiga fazer o telespectador se divertir e se emocionar?
Si può fare!


DOWNLOAD DO FILME

Servidor: MEGAUPLOAD
Formato: AVI
Tamanho: 701MB
Legenda: PORTUGUÊS-BR

Links:

Não Faz Sentido! - Vida de Garoto.

O ínício parece um filme pornô gay, "3 amigos", e depois, "sozinhos na praia". Okay! Quem tá dirigindo?


"Você é uma cocozenta!":


Vida de Garoto #01 


Entendendo Bedtime Story, da Madonna & Björk.


O clipe de Bedtime Story (canção do álbum Bedtime Stories) foi lançando em 1995 e marcou uma das viradas de imagem da Madonna, que compôs a canção juntamente com Björk, a música e o videoclipe fizeram bastante sucesso na época (e até hoje, claro), além disso, esse trabalho foi adiquirido pelo Museu de Arte Moderna de Nova York - MoMA, integrando seu acervo permanente, assista o clipe no vídeo abaixo (A produtora da Madonna não permite a incorporação do vídeo direto do Youtube, a incorporação abaixo foi possível através de um canal vietnamita):



Bedtime Story foi dirigido por Mark Romanek e propõe duas características principais: é inspirado em diversas pinturas de artistas surrealistas femininas e é rico em simbologia, sobretudo cristã e islâmica. Sua ideia geral é de morte e vida, nascimento e renascimento através da arte, em especial a surrealista, que prega a criação através do inconsciente, a obra de arte como concretização visual dos sonhos, algo que não se pode expressar com palavras, abandonando a lógica e a razão. Como diz a letra da música:
Hoje é o último dia em que uso palavras
Elas se foram, perderam seu significado
Não funcionam mais
Viajando, abandonando a lógica e a razão
Viajando para os braços do inconsciente

Okay. Vamos as referências artísticas.
É importante deixar claro que as supostas referências tem com rico teor de veracidade, mas não podem ser adotadas com significado idêntico, a arte só é a mesma uma vez.
Para ver melhor as imagens: clique nelas.

01. Possivelmente utilizado como símbolo cristão antigo, o olho representa ideias, conceitos e abstrações, tão caras ao surrealismo. É também a imagem da onisciência de Deus. Aparece logo no início do clipe de Bedtime Story.



02. Estas cenas do videoclipe, que mostram a luz da lua refletindo na água, provavelmente é inspirada nestas duas pinturas surrealistas da artista plástica espanhola Remedios Varo: Nacer de nuevo (Renascer, 1960) e Reflejo lunar (Reflexo lunar, 1957):


3/4/5. Outra imagem do vídeo que pode ter sido inspirada em uma obra de Remedios Varo, Creación de las aves (Criação das aves, 1958), percebemos que os óculos, que lembram uma coruja, tem um lado côncavo e outro convexo, que nos dá uma imagem e significação de infinito, de continuação:


Essa outra imagem (abaixo) do clipe também remete a Creación de las aves (Criação das aves, 1958), apesar de revelar um sentido humano, e não artístico, como a obra de Varo expõe. A gravidez representa a vida em gestação, o milagre da vida, a iminência do nascimento de uma criança e do renascimento da mãe.Vale a pena destacar que Leonora Carrington, uma das inspiradoras de Bedtime story, também retratou os pavões em sua arte, como na pintura abaixo, Peacock of Chen (Pavão de Chen, 1971), na cena em que Madonna aparece grávida em Bedtime story, há um pavão de cada lado. No cristianismo primitivo, o pavão simboliza ressurreição e está relacionado à Páscoa. Para outros, o pavão também é símbolo de eternidade, devido à antiga crença de que sua carne não se deteriora após a morte. Porém, em outras tradições, o pavão também representa a vaidade, o Olho Que Tudo Vê e o anticristo.


6. A influência de Remedios Varo fica bem explicita na cena abaixo, que replica o quadro Los amantes (Os amantes, 1963). Em Los Amantes, existem dois personagens retratados segurando as mãos e olhando um para o outro. Logo, percebe-se que suas cabeças são representadas como espelhos onde o reflexo de um é o reflexo de ambos. Esta representação parece significar uma união amorosa perfeita, dois corpos aparecem, mas uma entidade substitui duas almas. O conhecimento de uma reflete sobre o conhecimento do eu interior da outra e, assim, ambas. Não importa quem ou o que ama, desde que tal sentimento é descoberto em si.
Varo acredita no amor como uma maior expressão, onde a liberdade e o desenvolvimento do espírito é parte de um relacionamento verdadeiro:


7. Uma das cenas mais marcantes de Bedtime story, nessa, uma Madonna grávida dá à luz a mais de uma dúzia de pombos, Uma das prováveis inspirações para a cena foi, mais uma vez, Remedios Varo, com seu quadro Les feuilles mortes (As folhas mortas. 1956) e também a pintura The giantess (A gigante, 1950), da artista plástica surrealista britânica Leonora Carrington. Respectivamente também tem breve ligação com a supracitada Creación de las aves, de Varo:


8/9. A imagem de Madonna acolhida por uma caveira, remete à pintura L’amitié (A amizade, 1958), de outra artista plástica surrealista, a argentina Leonor Fini, mais uma das principais fontes de inspiração de Bedtime story. O esqueleto é símbolo universal da morte. No cristianismo, o crânio posto ao pé da cruz traz a mensagem de que todos morrem, mas podem continuar vivendo em Cristo.


10. O imaginário de Leonor Fini também está presente na cena em que Madonna flutua por uma sala, diante dos olhares espantados de algumas crianças. A cena faz juz ao quadro Vision roja (Visão vermelha, 1984):


11. O ovo aparece em alguns momentos de Bedtime story. É um símbolo da geração da vida, do nascimento e do renascimento. É o casulo onde está a origem da vida, e não por acaso a célula sexual feminina ganhou o nome de óvulo. Representa a renovação da vida, assim como a criança. Curiosamente, o ovo é figura recorrente nas pinturas de Leonora Carrington, uma das grandes inspiradoras de Bedtime Story. Abaixo, dois exemplos - Ab eo quod (1956), em que também aparecem o vinho e a uva, e Quería ser pájaro (Queria ser pássaro. 1960):


12. A referência mais óbvia a qual Bedtime Story faz é pintura The ends of the Earth (Os fins da Terra, 1949), também de Leonor Fini:


13. A cena em que Madonna tem um olho no lugar da boca, e bocas no lugar dos olhos, pode ter sido inspirada no quadro Diego y yo (Diego e eu, 1949), de Frida Kahlo, uma de seus artistas preferidos, como também tem bastante ligação com outro surrealismo, produzido por Victor Campos, com a obra La Sep Mortaj Pekoj:

14. O peixe é um dos símbolos antigos dos cristãos. Nos tempos da perseguição romana, os cristãos usavam o símbolo do peixe para se identificar entre si como crentes, em segredo. Era uma forma de se mostrar sem precisar usar as palavras. Madonna não mostra nenhuma cruz em Bedtime story; porém, este é, talvez, seu vídeo com o maior número de símbolos cristãos. (Naquela época, 1995, ela ainda não era adepta da cabala, doutrina esotérica de origem judaica que dominaria seus videoclipes mais tarde.) No clipe é exibida a cena de um peixe nadando sobre uma tabueta submersa, com os dizeres "Palavras são inúteis, especialmente frases". Vale salientar que a surrealista Leonora Carrington teve o peixe como figura central em uma de suas obras, March Sunday (Março de Domingo. 1990), Madonna já revelou que a imagem do peixe, abaixo, também é inspirada na obra de Jenny Holzer, artista conceitual americana que projeta ou expõe frases em tamanho gigante em locais públicos.


15. O filme Sayat Nova (URSS, 1968), do cineasta armênio Sergei Parajanov, faz parte também das referências do videoclipe de Madonna. A obra, sobre o poeta que lhe dá nome, é mais conhecida no Ocidente como The color of Pomegranates. É um filme surrealista, que pretende falar com a linguagem da alma, dos sonhos, do inconsciente. Dele saíram várias imagens que encontramos no clipe de Madonna, como o pé pisando um cacho de uvas sobre palavras escritas, ou a criança sendo coberta. Compare algumas imagens do clipe com as originais do filme, cujo também fala por simbolismos, alguns em comum com o clipe, como o peixe, a água, o livro aberto, a pomba branca. Estes símbolos cristãos primitivos, tão caros à Armênia, primeira nação a adotar o cristianismo como religião.


16. O Girassol está presente em várias cenas do filme, lembrado sempre durante a páscoa, é um símbolo que representa a busca da luz em Cristo. Assim como o girassol busca o sol, os cristãos buscam em Jesus o caminho, a verdade e a vida.


17/18/19. Para os cristãos, anjos são elos entre Deus e o homem, mensageiros divinos. E anjos caídos, despojados de suas asas, são aqueles que foram banidos do Paraíso por terem se rebelado contra Deus. Lúcifer é o mais conhecido dos anjos caídos. Algo que não entendi muito bem é que, em Bedtime Story, parece que a Madonna decai dos céus, pode ser apenas uma esclamação à cena do anjo sem asas, contraponto isso o possivel "homem nu visto de costas" se vira, mostrando-se apararentemente cego ou de olhos fechados. Talvez uma reflexão sobre as consequências da rebeldia dos anjos, ou não. A obra Naked man, back view (Homem nu, visto de costas, 1991-92), do artista plástico britânico Lucien Freud (neto do famoso psicanalista), também é referência marcante no videoclipe.


20/21/22. As papoulas, presentes no videoclipe, simbolizam sonolência espiritual e o sono da morte. Por isso, ela frequentemente aparece retratada em crucificações e mortes de santos. De sua flor se extrai o ópio, droga alucinógena. E do ópio se faz a morfina, droga que alivia as dores insuportáveis, mas que também pode causar alucinações e levar à morte. Um jovem rapaz as domina em suas mãos, com um ar sonolento, de fato; em um momento depois ele joga um manto sobre o garoto, o que o jovem personifica não fica nada claro pra mim, e alguns significados que cheguei a pensar são obtusos de mais para serem testados, mesmo assim, vale a pena refletir que além do que foi dito e visto, um outro simbolo está presente: o octagrama; para os cristãos, o octagrama simboliza regeneração. Por isso, muitas pias batismais têm base octogonal. Na cena aqui referida, a criança aparece sentada sobre uma estrela de oito pontas enquanto o jovem o cobre com o manto. É importante destacar que o mesmo garoto aparece, em uma cena anterior, com as papoulas e alguns cristais sobre uma mesa, enquanto lê um livro; o livro quando aberto, simboliza a revelação da verdade, a palavra de Deus.


23. Presente em todo o videoclipe, a água simboliza a origem, pois, como se diz, toda vida vem da água. O banho é um renascimento, e não por acaso a água é essencial para o batismo. Além disso, entrar na água também pode representar um mergulho no inconsciente para algumas culturas. Aqui cabe voltar à um trecho da letra da música: "E por dentro ainda somos todos molhados."

24. Um símbolo islãmico pode - possivelmente - se fazer presente na imagem que vemos a estrela logo ao lado da lua, é um dos mais conhecidos símbolos do Islã. Mas é também uma representação do poder para transportar através do cosmo.


25. Os Devirches são integrantes de uma seita islâmica cuja dança em rodopios contínuos culmina com um transe hipnótico, num ritual de entrega cujo objetivo é o êxtase. Em geral, eles defendem a mente aberta e a arte. Usam uma camisa branca (que representa uma mortalha) com um casaco por cima. Tirar o casaco durante o ritual é nascer para a verdade. Dançam em torno do próprio eixo para se sentirem no olho de um furacão, o lugar sossegado em meio à tormenta, e assim se conectam com Deus, que está dentro de todos.


26/27. Quais são os dizeres que são mostrados durante a cena em que um pé esmaga as uvas? Bem, primeiro que para os cristãos a uva simboliza a alegria de viver, a grande dádiva divina, e a fecundidade da fé cristã. E da uva, pisada por pés humanos na tradição antiga, vem o vinho, símbolo do sangue de Jesus. As palavras em árabe escritas no chão, traduzidas, ficam: "E tudo que você aprendeu até hoje, tente esquecer. Jamais explicarei novamente."


28/29. Alga e rocha também fazem parte dos símbolos destacados no videoclipe, em algumas culturas, a rocha representa o ventre, o lugar onde a vida se origina. Na Bíblia, a rocha é constantemente citada como uma referência a Deus e a Cristo e o seu poder. No Antigo Testamento, ela representa a força, a proteção, o refúgio e a salvação do povo por parte do Criador. No Novo Testamento, Cristo é a pedra fundamental de tudo, é a rocha de onde flui o espírito da vida. Já a alga é o verde que brota por entre as pedras sob a água, é a vida nascendo e se impondo. Uma determinada cena de Bedtime story reúne água, rocha e alga:


30. O último comentário sobre o vídeo clipe é sobre o círculo, símbolo universal da eternidade, por não ter começo nem fim.


Revisado de Minsane.
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O single de Bedtime Story foi produzido por Nelle Hooper e Madonna. Foi lançado em fevereiro de 1995, ficou em 42º lugar na Hot 100 da Billboard, por 7 semanas.
O single inglês especial vem com a versão do álbum de Bedtime Story; as versões Junior's Sound Factory Mix, Junior's Sound Factory Dub, Junior's Wet Dream Mix, Junior's Wet Dream Dub; além da versão Orbital Mix; e a versão do álbum da música Survival. Além das músicas combinadas, este single extremamente raro traz um "storybook" com pinturas em aquarela. Bedtime Story também ganhou uma versão single remix, que leva a canção em 11 remixes, além da original.
Quer fazer download? Dá uma olhada nesse link.

Valeu!

Playlist-me! #01

Okay... Pode dar o play e ir lendo...


Se o assunto é música, deve-se ter cuidado com indicações. Disso, espero que todo mundo saiba. A playlist que preparei aqui é dançante e nada recomendada a pessoas com problemas cardiacos. Vamos aos barulhinhos:

1. Come Into My World, por Kylie Minogue [Versão Fischerspooner]

Come Into My Word é uma música já bem conhecida da rica, foda, bonita e sintilante Madonna Kylie Minogue, uma canção que fez parte da adolescência e infância de muita gente por esse mundão. A letra combina muito bem com os arranjos e é tudo muito bonitinho; Fischerpooner trata exatamente de acabar com esse certinho, no remix de Come Into My World que ele produziu, logo no início, fica clara a falta de harmonia dos aparatos eletrônicos, o que confunde um pouco aos desacostumados, mas logo se torna motivo de delírio, a vontade de dançar fica ainda maior quando pode-se ouvir a Kylie Minogue sussurrar cantar; a coisa já estava dançante e delirante, a única falta que a música faz é totalmente suprida nos momentos finais, tudo fica tão erótico e frenético que dá vontade de  tirar a roupa esquecer o mundo e ficar suando até a exaustão.

2. Saves Lily From The Fear, por Hervé (Original: Lily Allen)
Sem sair do ritmo eletrônico atual, mas já partindo para outros rumos, como o disco e o rock; Lily Allen é uma mocinha polêmica com canções que invadem todos os sentimentos, mas que não largam a essência fofinha cruel que é marca registrada da cantora. Hervé (The Count) transforma a canção The Fear da Lily Allen em outro som, com fidget e dubstep na compilação, tornando-a em um house, divertido e quente, bem quente. Nuss... me assopra.

3. I Just Love You More, por Kate Nash

A Kate tá lançando álbum novo, leia mais ou baixe aqui, nesse álbum há várias músicas fodas, mas uma delas é totalmente pertubada e extasiante: I Just Love You More. Aviso de imediato que a música tem um ar punk-rock, com muita guitarra e um som e uma letra equivalentemente psicopatas, tem também a Kate Nash gritando "eu apenas te amo mais" em frenesi e com direito a gritinhos nonsense, esse conjunto de psicotrópicos faz o seu sangue adolescente romântico subir pra cabeça e desligar os pensamentos racionais que você teve com todos seus romances, afinal amar muito e mais pode ser perigoso, não acham? Curtam!

4. Fluorescent Adolescent, por Arctic Monkeys
Diminuindo um pouco o ritmo, mas sem deixar a Kate Nash de lado, a Arctic Monkeys nos apresenta em uma das suas melhores canções, Fluorescent Adolescent, um indie rock so funny; como o própro nome da música nos dá a perceber, é um ritmo super adolescente, maduro e divertido, ao mesmo tempo; só pra curtir, dar uma mexida e não dar um baque quando a última música da Playlist começar.


5.  Bang Bang, My Baby Shot Me Down, por Nancy Sinatra

A primeira vez que ouvi Nancy Sinatra, não gostei muito, mas insisti mais um pouco e acabei por me apaixonar pelo som. Em Bang Bang, My Baby Shot Me Down, Nancy dá um banho de nostalgia, solitude e desespero com os arranjos e a (maravilhosa) letra, o sentimento 'de errado' como o que sinto ao ouvir essa canção só também sinto quando escuto Don't Smoke In Bed, da Nina Simone, mas essa música não vem ao caso no momento; Nancy, na canção aqui comentada, deixa um clima cinematográfico marginal à quem a escuta, trechos como "é claro que ele sempre ganhava a luta", quando ela narra a infância dela e de seu amigo, entra em choque sentimental com o final, quando eles já adultos, ela diz "agora ele se foi. Não sei por quê. [...] Nem gastou tempo mentindo." Tudo fica ainda mais forte e massageante a cada vez que ela nos ataca com "Bang bang. Meu querido atirou em mim."
Essa fica por último só pra dar uma relaxada e deixar um vício azulado. Agora dê play novamente.

Aproveitando o embalo do post da Bea...

Aproveitando o embalo do post "siiiiiiiiingin' in the raaaaaaiiiiiiin", gostaria de apresentar um vídeo do TV Pirata, que há 20 anos atrás brincava com as consequências das chuvas nas classes sociais no Rio de Janeiro, tentando levar um humor arriscado e nada 'politicamente correto', na época, o Rio de Janeiro enfrentava graves chuvas com deslizamento de terra e várias vítimas fatais. Assim como vemos hoje em dia...



Adorei a Regina Casé.

Trend Muahaha [1]

A Tendência Muahaha no mundo:

to be continued...