A cada dia que passa gosto ainda mais de Florence + The Machine.
Apresentação da música Hurricane Drunk
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...estamos sendo.
Alguém tire a Rede Record do sistema de Canais Abertos, e por favor, não esqueçam de levar o Marcos Mion junto.
Com 4 anos estava fazendo graduação e aos 15 já tinha o maior QI do mundo. Nascido em 1962, esse pequeno gênio coreano já lia em japonês, coreano, alemão e inglês com apenas quatro aninhos. Com nove anos recebeu o título de Doutor “Honoris Causa” em Matemática Espacial e Cálculo Diferencial. Aos 12 anos recebeu igual título em Física Nuclear. É considerado o gênio mais completo da história da humanidade. Seu QI: 210. Ninguém jamais alcançou tal grau.
Com dois anos, ela já fazia uma exposição de arte. A pequena Aelita foi descoberta por um diretor de uma famosa galeria de arte, Mark Jamieson, que gostou do que viu nas obras dela e concordou em incluí-la na galeria. Só que o diretor da galeria não sabia que a pintora dos quadros tinha só um ano e dez meses na época. Jamieson colocava convites e anúncios em revistas de arte para chamar mais gente para o evento, apresentando as pinturas. Quando soube que a grande artista era um bebê, quase não acreditou.
Com 14 anos já era mestre em xadrez. Em 2007, com 14 anos, 11 meses e 20 dias, este menino foi o mais jovem campeão de Grandmaster do xadrez da história da Itália e dos Estados Unidos, pois ele tem dupla cidadania. Atualmente, no ranking da FIDE de 2009, ele tem 2649 pontos, sendo assim classificado como o melhor enxadrista do mundo, com 18 anos.
Para resolver o impasse do urânio iraniano, o Brasil adiantou-se às “instâncias multilaterais” e saiu “em dedo em riste” na busca de um acordo que evitasse uma nova rodada de sanções contra o Irã. Todavia, para a defesa dos Direitos Humanos a lógica é outra: é preciso recorrer àquelas mesmas “instâncias multilaterias” que a diplomacia brasileira fez questão de esnobar. O ministro brasileiro (veja a partir da marca de 7 minutos) afirma que “imperfeições nessa área de Direitos Humanos existem em muitos países” e que “certos países são singularizados por motivos que não têm a ver só com Direitos Humanos, tem a ver com outras preocupações”.